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O assunto sobre o casamento do professor Allan e sua noiva deram o que falar, por causa da profissão do Allan, instrutor de ioiô. Muita gente fez comentários maldosos por falta de conhecimento do trabalho, e o Sr. Helton Luiz escreveu o texto mais sensato sobre o assunto:

Palavras sabias de Helton Luiz
Se eu fosse instrutor de ioiô?
Talvez eu aprendesse mais com as crianças a ser humilde;
Quem sabe eu deixaria um pouco os tablets e smartphones de lado;
Usaria um pouco mais a coordenação motora e fluiria minha criatividade.
Se eu fosse instrutor de ioiô eu poderia pedir uma jornalista em casamento, no jogo do Criciúma e ela aceitaria.
Estaríamos tão felizes, sem pensar no que os outros achariam disso, Afinal, importa nossa felicidade, independente se a ‘noiva’ é jornalista e ‘eu’ instrutor de ioiô.
Já pensou que posso ser feliz exatamente assim? Fazendo volta-ao-mundo, estrelinha, cachorrinho, Dart Veider, torre Eifel e tantas outras manobras?
Visito muitas escolas pelo Brasil, recebo carinho de inúmeras crianças e talvez minha renda seja maior que a de um jornalista.
Enfim, se eu fosse instrutor de ioiô, talvez eu ficasse triste com uma centena de comentários preconceituosos e difamatórios relacionados à minha profissão; a mim também… talvez!
As pessoas que comentaram dessa forma não conhecem a alegria, simplicidade, felicidade, amor, humildade, emoção, coração, sentimento, raciocínio, igualdade ou (talvez) nunca tiveram um ioiô.
Uma pena!
Obs.: Texto feito após ler inúmeros comentários “preconceituosos” sobre o pedido de casamento de um instrutor de ioiô à uma jornalista. E aos que pensarão que escrevi só por que é uma colega de empresa, enganam-se. Em 15 anos de RBS acredito que conversamos, no máximo, 10 minutos. Ela trabalha em Criciúma.
#Heltinhoindignado

http://globoesporte.globo.com/sc/noticia/2014/11/reporter-recebe-pedido-de-casamento-no-intervalo-entre-criciuma-x-sport.html